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Direito previdenciário em Chapecó

Aposentadoria em Chapecó: entenda o seu caso antes de pedir ao INSS.

A maior parte dos pedidos negados não é por falta de direito, é por falta de prova do tempo trabalhado. Conte a sua situação e a equipe retorna dizendo o que conferir no seu histórico e quais documentos separar.

  • Atendimento em Chapecó-SC Av. Fernando Machado, 141E, Sala 1701 · Centro · CEP 89802-112
  • HorárioSeg. a Sex. · 08h30 às 18h
  • WhatsApp e telefone (49) 99976-6430

Conte a sua situação

São cinco perguntas curtas. Nenhuma delas exige documento agora.

Qual dessas situações é mais parecida com a sua?

Se nenhuma encaixar direito, escolha a mais próxima.

Qual a sua faixa de idade?

A idade muda quais regras podem se aplicar ao seu histórico.

Você já fez algum pedido no INSS?

Vale para pedido de aposentadoria, auxílio ou qualquer outro benefício.

Como podemos te chamar?

Só o primeiro nome já serve.

Atendemos também quem mora em outras cidades.

Para qual número devemos responder?

O retorno é feito pelo WhatsApp, no horário de atendimento.

Ao enviar, você autoriza o contato do escritório sobre este assunto. Seus dados não são repassados a terceiros. Veja a política de privacidade.

Recebemos a sua mensagem.

A equipe retorna pelo WhatsApp no horário de atendimento. Se preferir adiantar, chame agora.

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Antes de protocolar

O que se confere antes de pedir ao INSS

O pedido é analisado a partir do que está registrado no seu cadastro. Tudo o que faltar ali precisa ser provado por documento. Estes são os três pontos que mais decidem o resultado.

O extrato do seu CNIS

O CNIS é o histórico que o INSS tem das suas contribuições e vínculos, e é dele que sai a análise. Se um emprego dos anos 80 ou 90 não estiver lançado ali, para o sistema aquele tempo simplesmente não existe, ainda que esteja anotado e assinado na sua carteira de trabalho.

Vale conferir período por período: datas de entrada e saída, empresas que sumiram, contribuições de autônomo que não constam e recolhimentos com valor zerado. Cada lacuna dessas é tempo que pode estar sendo perdido no cálculo.

Como pegar o seu: no aplicativo ou site Meu INSS, com a conta gov.br, em extrato de contribuições. Também dá para pedir pelo telefone 135.

O tempo que pode ser especial

Quem trabalhou exposto a ruído alto, frio, calor, umidade ou agentes químicos e biológicos pode ter direito a contar esse tempo de forma diferente. É o que costuma aparecer em histórias de frigorífico, metalurgia, construção, transporte e saúde, para citar as mais comuns na região.

O que decide não é o nome do cargo na carteira: é a exposição comprovada por documentos da empresa, principalmente o PPP, o Perfil Profissiográfico Previdenciário, e o laudo técnico quando ele for necessário. Duas pessoas do mesmo galpão, em setores diferentes, podem ter respostas diferentes.

Se a empresa fechou: não é o fim do caminho. Registros de sindicato, processos trabalhistas antigos e documentos de empresas sucessoras costumam guardar a informação.

A data em que se pede

Depois da reforma da previdência, de 2019, passaram a conviver regras diferentes, e qual delas se aplica depende do histórico de cada pessoa. Em muitos casos existe mais de um caminho possível, com valores diferentes, e a data escolhida para protocolar é o que separa um do outro.

É um cálculo que se faz uma vez e vale pelo resto da vida do benefício. Fazê-lo antes custa algumas semanas; refazê-lo depois pode não ser possível.

Sobre a simulação do Meu INSS: ela própria avisa que é uma estimativa. Usa só o que está no cadastro, não enxerga tempo não registrado e não compara as regras entre si.

Para separar em casa

O que costuma ser pedido

Não precisa ter tudo para começar a conversa. Localizar o que falta faz parte do trabalho. Esta lista serve para você ir juntando com calma.

Sempre

Vale para qualquer pedido.

  • Documento de identidade com CPF
  • Comprovante de residência atual
  • Carteiras de trabalho, todas elas
  • Extrato do CNIS
  • Certidão de casamento ou nascimento
  • Carta de decisão, se já houve pedido

Se houve trabalho com exposição

Frigorífico, indústria, construção, saúde, transporte.

  • PPP de cada empresa
  • Laudo técnico, quando a empresa tiver
  • Fichas de registro e contracheques
  • Crachá, uniforme ou foto do posto
  • Processos trabalhistas antigos

Se houve trabalho rural

Quanto mais antigo o documento, melhor.

  • Notas de produtor rural
  • Bloco de produtor e talões
  • Documentos do sindicato rural
  • Histórico escolar da época
  • Certidões com profissão de lavrador
  • Escritura, contrato ou ITR da terra

Como funciona

Do primeiro contato até a resposta

Sem juridiquês e sem promessa de resultado. Você vai saber a cada etapa o que está acontecendo com o seu caso.

Você conta o que aconteceu

Por WhatsApp, telefone ou pelo formulário desta página. A equipe retorna dizendo quais documentos separar.

Análise do histórico

Conferência do CNIS período a período, identificação do que falta e do que pode ser reconhecido de outra forma.

Resposta em português claro

O que o seu caso permite, quais são os pontos frágeis e o que fazer a seguir. Se não houver caminho, você ouve isso também.

Condução do pedido

Reunião das provas, protocolo, acompanhamento das exigências e, quando for o caso, recurso ou ação judicial.

Perguntas frequentes

O que as pessoas mais perguntam

Preciso de advogado para pedir aposentadoria?

Não é obrigatório: o pedido pode ser feito pela pessoa no Meu INSS ou pelo telefone 135. O que costuma pesar é o que vem antes do pedido, conferir o histórico de contribuições, reunir a prova do que não aparece nele e escolher a data. Um pedido protocolado com o cadastro incompleto pode ser negado ou sair com valor menor do que deveria.

O que é o CNIS e por que ele importa tanto?

CNIS é o Cadastro Nacional de Informações Sociais, o histórico que o INSS tem das suas contribuições e vínculos. É a partir dele que o pedido é analisado. Se um emprego antigo não aparece ali, para o sistema aquele tempo não existe, mesmo que esteja anotado na carteira de trabalho. Por isso conferir o CNIS é o primeiro passo, não o último.

Como consigo o meu CNIS?

Pelo aplicativo ou pelo site Meu INSS, com a conta gov.br, no extrato de contribuições. Também é possível pedir pelo telefone 135. Se você não usa aplicativo, um familiar pode ajudar a baixar o documento em PDF, ou o escritório orienta como obter.

Trabalhei anos e o período não aparece no meu CNIS. E agora?

Falta de registro não significa perda do direito. Significa que aquele tempo precisa ser provado por outros meios: anotação na carteira de trabalho, contracheques, ficha de registro do empregador, recibos, entre outros. Cada tipo de período tem os documentos que costumam ser aceitos, e é isso que se levanta antes do pedido.

A simulação do Meu INSS já vale como resposta?

A própria ferramenta avisa que é uma simulação e usa apenas o que está no cadastro. Ela não enxerga tempo não registrado, não classifica atividade especial e não compara as regras possíveis para o seu caso. Serve para dar uma ideia, não para decidir a data do pedido.

O que é tempo especial?

É o tempo em que a pessoa trabalhou exposta a agentes que a lei reconhece como prejudiciais à saúde, como ruído acima do limite, frio, calor, agentes químicos ou biológicos. Reconhecido, esse tempo é contado de forma diferente. O reconhecimento depende de documentação da empresa, e não do nome do cargo na carteira.

Trabalhei em frigorífico. Isso já garante aposentadoria especial?

Não automaticamente. O que se analisa é a exposição concreta, comprovada por documentos como o PPP (Perfil Profissiográfico Previdenciário) e, quando necessário, o laudo técnico da empresa. Duas pessoas do mesmo frigorífico, em setores diferentes, podem ter resultados diferentes. Por isso o exame é caso a caso.

O que é o PPP e como conseguir?

O PPP é o documento em que a empresa registra as condições em que você trabalhou. Ele é fornecido pelo empregador, e a empresa tem obrigação de entregá-lo. Se a empresa fechou, existem outros caminhos para buscar a informação, como registros do sindicato, processos trabalhistas antigos e documentos de empresas sucessoras.

Trabalhei na roça quando era jovem. Esse tempo conta?

Pode contar. O trabalho rural em regime de economia familiar tem tratamento próprio, e o ponto crítico é a prova: são aceitos documentos do período, como notas de produtor, registros escolares, certidões e documentos do sindicato rural, entre outros. Depoimento sozinho não costuma bastar; ele acompanha o documento.

Meu pedido foi negado. Ainda dá para fazer alguma coisa?

Sim. Uma negativa não encerra o assunto. Ela pode ser combatida por recurso administrativo dentro do prazo previsto na carta de decisão, e, conforme o caso, pela via judicial. O primeiro passo é ler a carta de decisão, porque é ela que diz exatamente o que o INSS entendeu que faltou.

Quanto tempo demora um pedido no INSS?

Varia conforme o tipo de benefício, a fila da unidade e a necessidade de perícia ou de documentos adicionais. Não é possível prometer prazo, e desconfie de quem promete. O que se pode fazer é reduzir o risco de exigência e de indeferimento entregando o pedido completo desde o começo.

Se eu esperar mais tempo, meu benefício fica maior?

Às vezes sim, às vezes não. Depende da regra que se aplica ao seu histórico e de como cada mês a mais entra no cálculo. Existem casos em que esperar aumenta pouco e casos em que muda bastante. É exatamente essa comparação que o planejamento previdenciário responde, antes de o pedido ser feito.

Posso continuar trabalhando depois de me aposentar?

Na aposentadoria por tempo de contribuição e por idade, em regra sim, e as contribuições seguem sendo devidas. Na aposentadoria especial, a permanência na atividade que gerou o direito tem tratamento próprio e é preciso analisar antes de decidir, para não comprometer o benefício.

Já recebo aposentadoria. Vale conferir se o valor está certo?

Vale, principalmente se houver tempo especial não reconhecido, vínculo faltando no cadastro ou salários que não entraram no cálculo. Existem prazos para pedir revisão, e eles correm a partir do início do benefício, então deixar para depois pode custar o direito.

O escritório atende quem mora fora de Chapecó?

Sim. O atendimento pode ser feito presencialmente ou à distância, por WhatsApp, telefone e videochamada, com envio de documentos por meio digital. Boa parte do trabalho previdenciário é documental e não exige que a pessoa se desloque.

Preciso ir até o escritório para começar?

Não para a primeira conversa. Você pode contar a sua situação pelo WhatsApp ou pelo formulário desta página, e a equipe retorna orientando quais documentos separar. A visita presencial fica para quando fizer sentido.

Quais documentos devo separar antes de falar com o escritório?

Documento de identidade com CPF, comprovante de residência, carteira de trabalho (todas, se houver mais de uma), o extrato do CNIS e, se já houver pedido feito, a carta de decisão do INSS. Se o caso envolver atividade especial, o PPP; se envolver trabalho rural, os documentos do período. Não tem problema se faltar alguma coisa: parte do trabalho é justamente localizar o que falta.

Como funciona o pagamento dos honorários?

Os honorários são combinados antes de qualquer providência ser tomada, por escrito, conforme os parâmetros da OAB. Você saberá o valor e a forma de pagamento antes de decidir seguir.

Vocês garantem que eu vou conseguir o benefício?

Não, e nenhum advogado pode garantir resultado. O que se pode dizer, depois de analisar seus documentos, é se o caso tem fundamento, quais são os pontos frágeis e o que costuma acontecer em situações parecidas. Promessa de resultado é sinal de alerta.

Meus documentos ficam protegidos?

Sim. Os documentos são usados apenas para analisar e conduzir o seu caso, com o sigilo profissional que a advocacia exige e conforme a Lei Geral de Proteção de Dados.

Falar com o escritório

Conte o seu caso. A equipe responde.

Você explica a sua situação, a gente diz o que dá para conferir no seu histórico e quais documentos separar. Sem compromisso de seguir adiante.

  • EndereçoAv. Fernando Machado, 141E, Centro, Ed. IL Centenário, Sala 1701, 17º andar, Chapecó-SC, 89802-112
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