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Filho recebe pensão por morte até que idade?

Jani de Menezes responde Advogada · Direito Previdenciário Revisado em

Resposta

Em regra, o filho não inválido ou sem deficiência que gere tratamento legal específico recebe pensão até completar 21 anos. Não há extensão automática até 24 anos apenas por estar cursando faculdade.

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Situações de invalidez ou deficiência possuem regras próprias.

Como isso funciona no seu caso

Na pensão por morte, a data do óbito é um marco essencial. A análise envolve a situação previdenciária da pessoa falecida, a classe do dependente e, quando necessário, a prova de dependência econômica ou de união estável. A duração do benefício também pode variar conforme idade, tempo de relacionamento e outras condições previstas em lei.

No salário-maternidade, a categoria da segurada e a manutenção da qualidade de segurada precisam ser verificadas. Empregada, MEI, contribuinte individual, segurada especial, facultativa e pessoa desempregada podem ter situações previdenciárias diferentes.

Na pensão por morte, a data do óbito organiza toda a análise. É preciso verificar a legislação aplicável naquele momento, a qualidade do falecido e a posição do requerente entre os dependentes, além das provas do vínculo ou da dependência quando necessárias.

O que costuma definir o resultado

Em pensão por morte, documentos produzidos perto da época do óbito costumam ter grande importância. Certidões, comprovantes de endereço, contas conjuntas, filhos em comum, apólices, cadastros, declarações fiscais e outros registros podem ajudar a demonstrar a relação ou a dependência quando isso for exigido.

Também é necessário identificar a classe do dependente. Cônjuge, companheiro, filhos, pais e irmãos não concorrem sempre da mesma maneira, e a dependência econômica não é presumida em todas as classes.

No salário-maternidade, a linha do tempo contributiva deve ser conferida até a data do parto, adoção ou outro fato previsto em lei. Para desempregadas, o período de graça pode ser decisivo. Para MEI e contribuintes individuais, é importante verificar a regularidade e os efeitos dos recolhimentos.

O que deve ser conferido neste caso:

- certidão de óbito

- qualidade de segurado

- provas de dependência ou união

- idade e condição do dependente

Perguntas relacionadas que o leitor também costuma fazer: pensão por morte INSS; dependentes INSS.

Base jurídica desta resposta: Lei 8.213/1991, art. 16.

a conclusão pode mudar conforme datas, documentos, categoria previdenciária, histórico contributivo e legislação vigente. A análise individual é necessária antes de protocolar pedidos ou efetuar recolhimentos.

Prazos que aparecem neste tema

  • 30 diaspara recorrer de uma negativa do INSS, contados de quando você fica sabendo do indeferimento.
  • 5 anosde parcelas atrasadas. Mesmo ganhando, só entram os últimos cinco anos. É a prescrição.

O prazo do seu caso depende da data em que o INSS decidiu. Conferir isso leva uma conversa.

O que ter em mãos na conversa

  • Extrato CNIS baixado no Meu INSS: é ele que mostra o que o INSS enxerga do seu histórico.
  • Carta de decisão do INSS, se já houve pedido. É onde está o motivo e a data.
  • Documento com foto e CPF.
  • Laudos, exames ou PPP, conforme o caso.

Não tem tudo isso? Fale mesmo assim. Ajudamos a localizar o que falta.

Onde isso está na lei

Base legal do tema Pensão por morte, não da pergunta isolada. A norma aplicável ao seu caso depende dos fatos.

  • Lei 8.213/1991, arts. 74 a 79
  • Emenda Constitucional 103/2019, art. 23

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Jani de Menezes

Quem responde

Jani de Menezes

Advogada · Direito Previdenciário

Atuação exclusiva em Direito Previdenciário, em Chapecó-SC e atendimento on-line. Esta resposta trata de regra geral: o desfecho do seu caso depende das suas datas e dos seus documentos.

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Atualizado em Conteúdo informativo da Jani de Menezes, Chapecó-SC, conforme o Provimento 205/2021 da OAB. Não substitui a análise do seu caso.