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O que o laudo médico precisa ter para pedir auxílio doença?

Jani de Menezes responde Advogada · Direito Previdenciário Revisado em

Resposta

Um bom relatório traz diagnóstico com o código da doença, histórico e tempo de acompanhamento, tratamento realizado, exames relevantes, limitações funcionais, evolução esperada, prazo estimado de afastamento e a relação entre essas limitações e a atividade profissional, além de data, assinatura e registro do profissional.

Ficou com dúvida se vale para o seu caso?

A primeira conversa é sem custo, e a mensagem já vai preenchida com esta pergunta.

Perguntar sobre o meu caso

Um bom relatório médico deve permitir compreender claramente o quadro clínico.

É útil que contenha diagnóstico, histórico, tratamento, exames relevantes, limitações funcionais, evolução esperada e informação sobre como essas limitações interferem na atividade profissional, além de data e identificação do profissional.

Não existe uma frase mágica que garanta benefício.

A documentação deve ser verdadeira, contemporânea e coerente com a condição clínica e com o trabalho exercido.

O roteiro que costuma funcionar

Identificação do paciente e do médico com registro profissional. Diagnóstico e código. Desde quando acompanha. O que já foi tentado: medicação, fisioterapia, cirurgia, terapia. Exames com datas. O que o paciente não consegue fazer, em termos concretos. Qual a profissão e por que essas limitações a impedem. Prazo estimado de afastamento.

Não existe frase mágica, e expressões prontas copiadas da internet costumam ter efeito contrário. A documentação precisa ser verdadeira, contemporânea e coerente com o histórico clínico e com o trabalho exercido.

O que anexar junto

Receituários contínuos, comprovantes de compra de medicamento, exames de imagem e laboratório com laudo, encaminhamentos, comprovantes de consultas e sessões, relatórios de internação, atestados anteriores e a carteira de trabalho com a função registrada.

Quando o pedido for analisado por documentação, sem perícia presencial, essa organização passa a ser tudo o que existe do caso. Documento ilegível, sem data ou sem identificação do profissional é o motivo mais banal de indeferimento, e o mais evitável.

Base jurídica desta resposta: Lei 8.213/1991, arts. 59 e 60; Resolução CFM 1.851/2008; IN PRES/INSS 128/2022.

a conclusão pode mudar conforme datas, documentos, categoria previdenciária, histórico contributivo e legislação vigente. A análise individual é necessária antes de protocolar pedidos ou efetuar recolhimentos.

Prazos que aparecem neste tema

  • 30 diaspara recorrer de uma negativa do INSS, contados de quando você fica sabendo do indeferimento.
  • 5 anosde parcelas atrasadas. Mesmo ganhando, só entram os últimos cinco anos. É a prescrição.

O prazo do seu caso depende da data em que o INSS decidiu. Conferir isso leva uma conversa.

O que ter em mãos na conversa

  • Extrato CNIS baixado no Meu INSS: é ele que mostra o que o INSS enxerga do seu histórico.
  • Carta de decisão do INSS, se já houve pedido. É onde está o motivo e a data.
  • Documento com foto e CPF.
  • Laudos, exames ou PPP, conforme o caso.

Não tem tudo isso? Fale mesmo assim. Ajudamos a localizar o que falta.

Onde isso está na lei

Base legal do tema Benefício por incapacidade, não da pergunta isolada. A norma aplicável ao seu caso depende dos fatos.

  • Lei 8.213/1991, arts. 59 a 63
  • Decreto 3.048/1999

É o seu caso?

A primeira conversa é sem custo. Conte o que aconteceu e a equipe diz o que dá para fazer.

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Jani de Menezes

Quem responde

Jani de Menezes

Advogada · Direito Previdenciário

Atuação exclusiva em Direito Previdenciário, em Chapecó-SC e atendimento on-line. Esta resposta trata de regra geral: o desfecho do seu caso depende das suas datas e dos seus documentos.

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Atualizado em Conteúdo informativo da Jani de Menezes, Chapecó-SC, conforme o Provimento 205/2021 da OAB. Não substitui a análise do seu caso.